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Cuidados com os medicamentos

Os idosos são a fração populacional que mais consome medicamentos. Além disso a expectativa de vida está aumentando constantemente no Brasil. Isso nos leva a uma preocupação sobre os riscos inerentes ao uso de medicamentos nesta faixa etária. As alterações fisiológicas que ocorrem normalmente com o envelhecimento aumentam o risco de reações adversas, interações medicamentosas e interações entre medicamentos e alimentos. Desse modo, muitos fármacos seguros para a população adulta passam a ser inapropriados aos idosos.

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Osteoporose e nutrição

A perda óssea é um processo fisiológico que tem início na vida adulta e continua durante a velhice. A osteoporose ocorre quando essa perda ultrapassa 25% e o esqueleto pode sofrer fraturas por traumas mínimos. Hoje ela acomete cerca de 10 milhões de brasileiros e 200 mil pessoas morrem anualmente em decorrência de complicações de fraturas.

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O papel da farmacêutica num residencial geriátrico

A parcela de idosos vem crescendo muito no Brasil nos últimos anos. Muitos deles apresentam diversos problemas de saúde e necessitam de múltiplos fármacos, estando frequentemente expostos aos riscos à saúde, principalmente na administração, frequência de uso e reações adversas do medicamento. A polifarmácia e falta de adesão à prescrição médica são problemas frequentes e podem prejudicar o resultado no tratamento. Além disso, muitas mudanças fisiológicas relacionadas ao envelhecimento podem modificar as propriedades farmacocinéticas e farmacodinâmicas dos medicamentos.

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Depressão no idoso

A depressão na terceira idade é tão comum quanto na fase adulta, embora alguns autores considerem que ela tem sido subdiagnosticada por alguns preconceitos vigentes, como aquele de que seria “normal” nessa idade a pessoa ficar mais triste, mais retraído do meio social e sentir mais dores. De fato, o velho tende as queixas somáticas são maiores no velho deprimido e devem ser levadas em conta (alterações do sono, do apetite, sensibilidade à dor, etc.) e nem sempre o humor triste serve de parâmetro, podendo ser expressado pela ansiedade ou sensação de vazio.

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Preservação da autonomia do idoso

A população brasileira de idosos representa um contigente de quase 21 milhões de pessoas, e estima-se que em 2050, os idosos, corresponderão a 22,71% da população total. O atendimento das demandas dessa população necessita de preparação para compreender o processo de envelhecimento em todas as suas dimensões (biológicas, sociais, psicológicas e espirituais). As políticas públicas voltadas para os idosos têm como objetivo a promoção da autonomia, independência, integração e participação efetiva do idoso na sociedade, com vistas ao exercício da cidadania e ao atendimento de suas necessidades especificas, nos diversos níveis de atenção. Neste artigo abordarei mais especificamente a autonomia que o idoso possui sobre o seu cuidado.

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Nossa missão

Propiciar acolhimento e sentido à velhice dos nossos clientes e satisfação profissional dos que conosco trabalham.

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