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Cuidados com os medicamentos

Os idosos são a fração populacional que mais consome medicamentos. Além disso a expectativa de vida está aumentando constantemente no Brasil. Isso nos leva a uma preocupação sobre os riscos inerentes ao uso de medicamentos nesta faixa etária. As alterações fisiológicas que ocorrem normalmente com o envelhecimento aumentam o risco de reações adversas, interações medicamentosas e interações entre medicamentos e alimentos. Desse modo, muitos fármacos seguros para a população adulta passam a ser inapropriados aos idosos.

Os idosos são a fração populacional que mais consome medicamentos. Além disso a expectativa de vida está aumentando constantemente no Brasil. Isso nos leva a uma preocupação sobre os riscos inerentes ao uso de medicamentos nesta faixa etária. As alterações fisiológicas que ocorrem normalmente com o envelhecimento aumentam o risco de reações adversas, interações medicamentosas e interações entre medicamentos e alimentos. Desse modo, muitos fármacos seguros para a população adulta passam a ser inapropriados aos idosos.

Outro problema que encontramos é a automedicação, prática comum no Brasil, que deve ser evitada. Muitos medicamentos de venda livre podem provocar efeitos adversos graves principalmente na população idosa, Soma-se a isso a falta de controle sobre a venda de medicamentos que deveriam ter a apresentação da receita, como por exemplo os anti-inflamatórios. Além disso, os idosos possuem diversas doenças concomitantes e, portanto, usam diversos medicamentos, vão a vários especialistas e nem sempre avisam quais fármacos estão utilizando. Também fazem confusão com horários de uso, tempo de duração do tratamento, método de utilização (sublingual, mastigados, etc.), cores dos comprimidos e caixas.

Portanto é importante que o farmacêutico esteja atento a todas essas questões e explique corretamente os modos de uso, tempo de administração, melhor forma de utilizar o medicamento. A maioria dos medicamentos deve ser administrado com água, pois café, leite e sucos podem afetar o seu funcionamento. Outra questão importante é quando o idoso não consegue engolir o medicamento. Costuma-se triturar e misturar na comida, porém o calor dos alimentos e mesmo o tipo de alimento podem modificar a sua absorção. O ideal é misturar em alimentos frios e conversar com o farmacêutico qual não irá interferir naquele fármaco. Uma alternativa é misturar os medicamentos com água e espessante (substância utilizada para modificar a consistência de alimentos e líquidos).

No caso dos horários também é preciso ter muito cuidado. Existem medicamentos que terão melhor efeito em jejum, outros devem ser administrados à noite, outros perdem até 75% do efeito se administrados com alimentos. Assim, quando o médico ou o farmacêutico sugere um horário de utilização dos medicamentos, siga essa recomendação. Caso não consiga introduzir na rotina esse horário, pode-se conversar com o farmacêutico e, se necessário, o médico poderá realizar um ajuste de dose para o melhor funcionamento do fármaco.

Desse modo percebemos a importância do profissional farmacêutico para orientar não apenas os idosos, mas também seus familiares, cuidadores e todos os profissionais que administram os medicamentos e cuidam deles. O profissional farmacêutico pode alertar possíveis efeitos adversos, interações e auxiliar evitando automedicação, dificuldades na adesão e outros problemas relacionados aos medicamentos.

Cristiani Trentin
Farmacêutica da Vitalis Morada Sênior e mestre em Gerontologia Biomédica

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Propiciar acolhimento e sentido à velhice dos nossos clientes e satisfação profissional dos que conosco trabalham.

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